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HISTÓRIA DA UMBANDA

Umbanda é uma religião afro-brasileira que sintetiza o culto aos Orixás e aos demais elementos das religiões africanas, em especial Iorubá, com indígenas e cristãs, porém sem ser definida por eles.[2] Estruturada como religião no

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PAI ANTÔNIO – O PRIMEIRO

Ainda nos primórdios da Umbanda, a “Cabana de Pai Antônio” foi estabelecida em Cachoeiras de Macacu, no estado do Rio de Janeiro. De acordo com a crença umbandista,

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ORIXÁS NA UMBANDA

Orixás são divindades da religião iorubá representados pela natureza. Dividem-se em dois grupos, os aborós (em iorubá: aborò) ou orixás masculinos, e as aiabás ou orixás femininas.[1] Foram enviados por Olodumarê para a

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PRETOS VELHOS

Preto velho ou Pretos-velhos são uma linha de trabalho de entidades de umbanda. São espíritos que se apresentam sob o arquétipo de idosos africanos[1] que viveram nas senzalas, majoritariamente como escravos que morreram no tronco ou de velhice, e que

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CABOCLOS

Caboclos são uma linha de trabalho de entidades de Umbanda, que se apresentam como indígenas. Incorporam também no candomblé de caboclo, de onde possivelmente são originários.[1][2] História Os caboclos estão presentes na Umbanda

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ERÊS

Erês são uma linha de trabalho de entidades de Umbanda, que se apresentam como crianças . Incorporam também no candomblé e umbanda, de onde possivelmente são originários. Especialistas afirmam, que, em geral, o

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MARINHEIROS

Marinheiro na Umbanda são uma linha de trabalho da Umbanda, formada por entidades geralmente associadas aos marujos, que em vida empreendiam viagens pelos mares, enfrentando toda sorte de infortúnios.[1] Trabalham na linha

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ERVAS NA UMBANDA

As ervas nos rituais de Umbanda têm a função mágico litúrgico de descarregar, purificar,equilibrar, fortalecer pessoas e ambientes. A energia vital dos vegetais tem o

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ERVAS FRIAS

Tapete de Oxalá – Boldo BOLDO SETE-DORESTambém conhecido como tapete de Oxalá, suas características principais são a folha aveludadae o odor bem acentuado.Nome Científico: Plectranthus

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ERVAS MORNAS

ManjericãoManjericão Branco Nome Científico: Ocimum basilicumNomes Populares: Manjericão, Alfavaca, Alfavaca-cheirosa, Alfavaca-de-jardim, Alfavacadoce, Alfavaca-d‟américa, Basilicão, Basílico, Erva-real, Manjericão-branco, Manjericão-defolha-larga, Manjericão-de-molho, Manjericão-doce, Manjericão-grandeFamília: LamiaceaeClima: Equatorial, Subtropical, TropicalOrigem:

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ERVAS QUENTES

Espada de Ogum Nome Científico: Sansevieria trifasciataNomes Populares: Espada-de-são-jorge, Língua-de-sogra, Rabo-de-lagarto, SansevériaFamília: RuscaceaeClima: Equatorial, Subtropical, TropicalOrigem: ÁfricaAltura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metrosLuminosidade:

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OXALÁ

Orixá Oxalá, Orixalá, Orixaguinã, Gunocô ou Obatalá[1] é o orixá associado à criação do mundo e da espécie humana. Apresenta-se de várias maneiras (qualidades) sendo as duas principais qualidades: a forma jovem, em

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OGUM

Ogum (em iorubá: Ògún; em castelhano: Oggún;[1] em francês: Ogoun; em fon,Gu)[2] é um vodum[3] loá[4] e orixá do ferro, guerra, agricultura, caminhos, caça, tecnologia e protetor de artesãos e ferreiros.[5][6] Nomes Ogum (em iorubá: Ògún) possui vários nomes iorubás no candomblé, a citar: Ogulê,[7] Ogundelê, Ogundilê

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IEMANJÁ

Iemanjá (Yemọjá na Nigéria, Yemayá em Cuba ou ainda Dona Janaína no Brasil; ver seção Nome e Epítetos) é o orixá dos ebás, divindade da fertilidade originalmente associada aos rios e desembocaduras. Seu culto principal estabeleceu-se em Abeocutá após migrações forçadas,

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IANSÃ

Oiá[1] (em iorubá: Oyá),[2] também chamado Iansã, provém do nome do rio na Nigéria, onde seu culto é realizado, atualmente chamado de rio Níger. É uma divindade do fogo, como Xangô, mas também é

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LOGUN EDÉ

Lógun Ẹ̀dẹ, ou Logunedé[1] é o orixá de origem Iorubá filho de Oxóssi e Oxum, cultuado no Candomblé brasileiro e outras religiões afro-diaspóricas.[2] Especula-se que Logunedé tenha origem na nação Efã,

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OMOLU

Obaluaiê (em iorubá: Ọbalúwáiyé), Abalaú, Abaluê, Abaluiaê, Obaluaê[1] , Omolu ou Yorimá[2] é o orixá da cura em todos os seus aspectos, da terra, do respeito aos mais velhos e protetor da saúde. É chamado sempre que necessário afastamento

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NANÃ

Nanã, Anamburucu, Borocô, Nanamburucu[1][2] (em iorubá: Nanan Buruku)[3] ou Nanã Buruquê é um vodum e orixá da sabedoria e dos pântanos ou Lama. Responsável pelos portais de entrada (reencarnação) e saída (desencarne). Identificada no jogo do merindilogum pelo odu ejilobom e representado materialmente no candomblé através do assentamento sagrado denominado ibá

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OXÓSSI

Oxóssi ou Oxoce,[3] em Iorubá Ọ̀ṣọ́ọ̀sì,[4] é o Òrìṣà (Orixá) da caça, das florestas, dos animais, da fartura, do sustento. Sua história origina-se na religião tradicional Yorubá, bem como os demais Orixás.

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OXUM

Oxum (em iorubá: Oṣun),[2] na religião iorubá, é uma orixá que reina sobre as águas doces, considerada a senhora da beleza, da fertilidade, do dinheiro e da sensibilidade. Intimamente associada à riqueza

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EXU

Exu (em iorubá: Èṣù) é o Orixá da comunicação e da linguagem: assim, atua como mensageiro entre os seres humanos e as divindades, dentre outras muitas atribuições.[1][2][3] É cultuado no continente

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XANGÔ

Xangô (em iorubá: Ṣàngó) ou, na Bahia, Badé,[3] é o orixá da justiça, dos raios, do trovão e do fogo. Foi rei na cidade de Oió, identificado no jogo do merindilogum pelos odus obará e ejilaxeborá e representado material e imaterialmente no candomblé através

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FEIJOADA DE OGUM

A História da Origem da Feijoada de Ògún. Para falar da feijoada de Ògún temos que voltar às primeiras décadas do século passado, época do

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